quinta-feira, 31 de maio de 2018

Ótimo de Pareto, para quem?

Marcos Antonio Dantas de Oliveira[1]

Doutro modo, é verificável que, há milênios o desfrute do direito natural, da mais-valia, da inovação, da prosperidade [riqueza pública e privada - bens e serviços], da renda e do bem-estar, da felicidade, estão sempre sob o controle de pouquíssimas pessoas. Já no século XIX, Vilfredo Pareto, economista italiano, pesquisando os padrões de riqueza e de renda na Inglaterra, observou que a riqueza estava concentrada e pertencia a pouquíssimas pessoas. Esse estudo ficou conhecido como Ótimo de Pareto, Princípio de Pareto, Princípio 80/20, etc.. Contudo, estudos indicam elevação de bem-estar das pessoas com a redução da desigualdade de renda; todavia, essa mobilidade depende da diminuição das incertezas na economia e na política como resultado do exercício das liberdades fundamentais e da eficiência de governo. E Kahneman informa: o cidadão médio global com US$ 10 mil/ano, satisfaz as necessidades básicas e começa a alavancar maiores possibilidades de autorrealização. 

Ah! Em pleno século XXI, a população mundial chega aos 7,4 bilhões de pessoas, e a tal desigualdade social continua crescente e com vários agravantes ao bem-estar com todos, devido à avareza, à soberba de pouquíssimas pessoas [1% da população mundial], à apatia de muitíssimas pessoas [99% da população] e à ineficiência de governo em darem conta da abundância das complexas relações de qualquer natureza desse mundo globalizado online cheio de incertezas, inseguranças, informações, ciência, reflexões, tecnologias transformacionais e liberdades fundamentais, também é surreal que 4 bilhões de pessoas que ocupam a base da pirâmide, o chamado bilhão inferior, a maioria delas com renda de menos de 2 dólares ao dia, continuem sem compartilharem dos benefícios da riqueza gerada em bens e serviços resultantes da cooperação social e do desfrute de bem-estar, da felicidade, pelo usufruto dos bens primários observados por Oliveira (2010) – autoestima, imaginação, inteligência, confiança, liberdades fundamentais, disposições sociais [saúde, educação], renda, riqueza, deveres e direitos, confirmando ainda o perverso e persistente desequilíbrio entre causas e resultados, entre recursos e produtos e entre esforços e recompensas. E no Brasil desigualdade social e apatia abundam consistentemente há mais de 500 anos. - http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/10/concentracao-de-renda-cresce-e-brasileiros-mais-ricos-superam-74-mil.html . 

No Brasil: o Censo Agropecuário 2006 registrou que cerca de 4,4 milhões de estabelecimentos e, desses, 500 mil [11,4% do total deles] foram responsáveis por 86,6% do valor da produção. Nesse grupo 27.306 estabelecimentos geraram 51,2% do valor da produção. E os 3,9 milhões de estabelecimentos [88,6% do total], geraram 13,4% do valor da produção – e nesse grupo há 2,9 milhões de estabelecimentos [66,0% do total] que contribuíram com 3,3% do valor da produção. Deixando claro que os poucos estabelecimentos que produziram muita renda e os muitos que produziram pouca renda se deu de certa maneira em função do uso de pesquisa e Ater; e do nível de planejamento, gestão,  poupança, financiamento, produtividade, e acesso ao mercado... . 

O Censo Agropecuário, 2006, confirma que, a renda bruta dos estabelecimentos de até 100 ha varia: de maior que zero até 02 salários mínimos; de 02 a 10 salários; de 10 a 200 salários e; maior de 200 salários mínimos. Na primeira classe, 2,9 milhões estabelecimentos [66,0% do total] geraram por mês 0,52 salário mínimo. No Nordeste vivem 57,2% deles. Em Alagoas, 97,4% do total dos estabelecimentos têm até 100 ha – nessa classe a renda baixa inviabiliza até os empregos ilegais, em maioria na atividade agrícola e na zona rural.

E Duarte e outros (2006) constatam: para cada R$ 1,00 gerado da agricultura familiar: R$ 0,18 ficam para quem comercializa sementes e outros insumos; R$ 0,70 ficam com quem industrializa e comercializa. Portanto, da renda gerada por esse agronegócio, só 12% é apropriado pelo agricultor familiar, confirmando sua penúria social. Nesse sentido, o agricultor familiar é um grande transferidor de mais-valia, transfere-a à conta-corrente dos setores dominantes à montante e à jusante do agronegócio: o industrial, o comercial, o financeiro e o estatal, pelo irreal baixo custo de produção [mesmo sendo financiamento] - por não incluir os custos da água, solo, fertilidade, trabalho familiar não remunerado, principalmente da mulher e do trabalho infanto-juvenil. É público e notório que sua família pela jornada não remunerada; pelo pouquíssimo capital investido; e pela baixa produtividade de todos os fatores precisa de uma política redistributiva, pois, viver à margem da renda mínima proposta pelo Dieese de R$ 3.696,95 (abril/2018), em resposta ao artigo 7º da Constituição federal é continuar pobre. 

Outro agravante: o pouco acesso ao mercado interno [principalmente o de compra governamental] e ao mercado externo dos seus produtos in natura, artesanais e industrializados. O governo federal precisa garantir que o Sistema Harmonizado de mercadorias da Organização Mundial do Comércio/OMC – o Acordo sobre Agricultura [baseado nos critérios: apoio interno, acesso a mercados, subsídios à exportação] não exclua os beneficiários da Lei 11.326 com suas ofertas e demandas inelásticas de produtos e serviços a esses mercados desafiadores. 

Mais outro agravante: os agricultores familiares, ou melhor, os beneficiários da Lei 11.326/2006, os jovens rurais, ainda vivem a procura da terra prometida. Pois, no Brasil rural, 78,4% dos lares com renda per capita até ¼ do salário mínimo estão em insegurança alimentar (IBGE). Um caos: falta-lhes até uma dieta para sobrexistirem, e longe do uso do Codex Alimentarius, vivem na contramão do direito à alimentação [uma garantia constitucional]. 

E recentemente, em Alagoas, a Assembleia Legislativa dá 30% [03 bilhões de reais] do orçamento público para o governador Renan Filho remanejar na LOA, como bem quiser – que despautério caros deputados! Doutro modo, uma certeza, o dinheiro público não será aplicado para alavancar o bem-estar do alagoano, principalmente do agricultor familiar, mas, sim para alavancar a iniquidade social – Alagoas tem os pobres mais pobres do Brasil, pesquisa do FMI - http://www.cadaminuto.com.br/noticia/319940/2018/04/29/deputados-autorizam-renan-filho-a-gastar-r-3-bilhoes-como-quiser

No Brasil, sobretudo, remonta ao período colonial e chega à República em 2018, a ineficiente distribuição de bens, serviços e benefícios resultantes da cooperação social e econômica e numa visão mais larga, os príncipes apropriam-se do controle dos recursos naturais, dos impostos, e do bem-estar pelo usufruto dos bens primários observados por Oliveira (2010). Aliás, é baixa a renda da população - 79,02% dela têm renda de até 03 salários mínimos e pagam 53,79% de imposto: de cada R$ 1.000,00, R$ 537,90 é imposto - esse imposto regressivo é um entrave ao bem-estar. E, Maslow e Diamandis dizem: pessoas que não têm suas necessidades básicas satisfeitas, têm pouco tempo para autorrealizações. Então, por que quem ganha menos e paga mais imposto, tem os piores serviços essenciais? 

Nesse sentido, o Princípio 80/20 estudado por Vilfredo Pareto, 100 anos depois, revela ao longo de todos os parágrafos desse texto o mal-estar social de muitíssimas pessoas, bem como a aniquilação do agronegócio, do bem-estar, da felicidade de muitíssimos agricultores familiares - longe dos objetivos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Noutro sentido, revela o bem-estar, um juiz tem 60 dias de férias e recebe salário médio de R$ 42.500,00, um valor 15 vezes mais que o salário médio do trabalhador e só 30 dias de férias. Então, por que toleramos esse cenário tão degradante: o primeiro pelo excesso, e o segundo pela carência? - https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/01/politica/1517513564_490091.html 

Bem, para usufruir: do direito natural, da mais-valia, da inovação, da prosperidade [riqueza pública e privada - bens e serviços], do bem-estar, da felicidade, os brasileiros, os agricultores familiares devem praticar às liberdades fundamentais pelo exercício da liberdade individual e da cidadania, por exemplo, ao participar e ao influir nas audiências públicas de Conselho nacional, estadual e municipal e de casas Legislativas que tratem da complexidade de assuntos e ações que potencializem e alavanquem o Plano Plurianual/PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias/LDO e a Lei Orçamentária Anual/LOA; os levará a questionarem essa desumana desigualdade social, confirmada pelo Ótimo de Pareto, mitigando-a ou aniquilando-a; bem como ao usarem a informação, a ciência, a especialização, a cooperação e a tecnologia transformacional em escala crescente compartilharão a disposição social e a política pública, a biodiversidade e a patente, a filantropia bilionária e o empreendedorismo socialo faça você mesmo e o mercado emergente, a produtividade e a conectividade, a migração e a prosperidade, o tempo poupado e a ética, o vigiar e o punir rumo ao bem-estar com todos enquanto membros da mesma sociedade global  - AVANTE!!!





[1] Mestre em Desenvolvimento Sustentável, engenheiro agrônomo, membro da Academia Brasileira de Extensão Rural/ABER, professor da UNEAL, diretor do SINDAGRO, Blog:   sabecomquemestafalando.blogspot.com 



65 comentários:

  1. Eu nunca fui a nenhuma audiência pública. Agora vou fazer o possível para está presente nessas audiências, Parabéns pelo puxão de orelhas. Toninho

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  2. Marcos, seus textos são ricos de reflexões, que me fazem lê-los rotineiramente. Stela

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  3. Estou ligado em seus convidativos textos sobre o que é bem-estar. Jason

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  4. Como é penosa a vida dos agricultores familiares. Parabéns pelo texto. Gabi

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  5. Parabenizo pela maneira como trata de questões tão duras de forma clara e reflexiva. Adilson

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  6. Bom dia e obrigado pelo lembrete. Gostei do texto.

    Saudações matagrandenses, Germano

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  7. Questionar sempre é um bom começo para atingir nosso objetivos. Ana

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  8. Que esse texto nos faça refletir sobre em quem votar na próxima eleição. Alexandre

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  9. Avante, Marcos! Pedro

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  10. Bem lembrado precisamos usar essas tecnologias libertadoras. Vanessa

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  11. Um texto interessante e atual. Cleide

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  12. Aplausos para você!

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  13. Título sugestivo, ótima pergunta.Adriana

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  14. Parabéns pela leitura sobre o Ótimo de Pareto e como vencê-lo. Manoel

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  15. Triste realidade. Os bens que deveriam ser comuns a todos estão aí, o problema se dá na distribuição destes, que já a bastante tempo vem seguindo o principio observado por Pareto, muitos recursos nas mãos de poucos e estes abundam riqueza e bem estar, enquanto outros de forma muitíssimo precária mal sobrevivem nesse cenário infeliz. Pensemos em como podemos fazer a diferença e melhorar essa situação como formadores de opinião e administradores que seremos num futuro bem breve.

    José Marcos dos S. Barros Filho
    7° Período de Adm. de Empresas - UNEAL

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  16. A culpa será que é de Pareto?
    É óbvio que não. Pela sua constatação, Pareto trouxe números a uma realidade aplicada a várias áreas do cotidiano humano.
    Se há uma culpa, de quem seria?

    Pelo que vejo, todos temos alguma culpa nesta situação, nossa sociedade em geral é currupta, esploradora e falsa. Se estivéssemos no lugar dos mais afortunados agiriamos diferuente? "Aquele que é fiel no pouco também é fiel no muito". Estamos sendo fiéis nas coisas mais simples? Somos éticos no trabalho? Na escola? Nos impostos? Nas leis? agimos com responsabilidade com nosso próximo?
    Nossa resposta a estas perguntas nos diram quem seríamos se estivéssemos em posição mais elevada.

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  17. O maior problema enfrentado pela população brasileira é a pessima gestão estatal, pois os nossos gestores públicos só pensam em interesses pessoais, invés de pensar no interesse coletivo e de seus cidadãos, isso é mostrado na alta taxa tributária brasileira, nas regalais que tem nossos políticos e nos problemas de corrupção que surgem quase todo dia, com isso sobra pra população pagar a dívida e daí vem essa exploração estatal e a mal divisão de renda, e o Estado cada vez mais está omisso nas suas obrigações básicas que foram garantidas aos cidadãos pela CF de 88, e infelizmente entregam um tipo de esmola a população, e a população se contenta com essa esmola e acha que está maravilhoso a situação. Falta um bom senso da população brasileira para uma escolha melhor de seus gestores públicos, para escolher as melhores opções e que eles trabalhem para o interesse coletivo. Tendo isso, os trabalhos públicos podem ajuda os cidadãos a superar a vida sofrida no mundo atual.

    Gabriel de Almeida Barbosa
    7° periodo de Administração de Empresas

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  18. A desigualdade social, com a concentração de riqueza nas mãos de poucos e o empobrecimento e a vida difícil da maioria esmagadora da classe trabalhadora e do povo pobre é a marca da sociedade em que vivemos, capitalista.
    Disparidades educacionais na força de trabalho também tem sido um a fonte para essa imensa desigualdade, onde uns conquistam riquezas e outros não tem nem ao menos o que comer . O fato é que a desigualdade de renda no Brasil tem aumentado continuamente, atingindo em um grau superior ao encontrado em qualquer outro país e isso nos deixa transtornados, pois o abismo só aumenta e melhorias são inexistentes.

    Kelianny Amorim da Silva
    7° período de Adm- Uneal

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  19. Pode-se analisar referente ao texto que a desigualdade ainda é alta em comparação a renda e poder, onde o rico não trata o pobre de forma igual, como vimos recentemente um garoto pequeno que entrou no shopping para pedir esmola e um homem quis pagar um almoço e deu uma grande confusão, esse homem que quis ajudar o menino indagou a frase várias vezes: “ qual o problema em eu pagar um almoço para ele? ” Só pelo simples fato de que pobre não deve frequentar locais de rico, porque vai ser olhado que uma forma diferente, até nós mesmo se fomos a uma loja de grife calçada de havaianas e bermudinha todos irão olha para você de uma forma como se você não pudesse está ali, não tivesse condições de está ali.

    EREILDA PATRICIA DOS SANTOS SILVA -3° PERIODO DE ADMINISTRAÇÃO

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  20. o texto traz a realidade nua e crua vivida ao longo de seculos, pois com o passar do tempo a forma de prevalência de um individuo sobre outro muda. a exemplo no período colonial quando o donos de grandes latifúndios tinham a "desculpa" que seu bem era um presente divino o que fazia com que naquela época fosse praticamente impossível mudar a situação social do individuo na condição de vassalo.

    Anderson santana da silva 7° periodo de adm

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  21. Kelton Felix - 3º Período - ADM28 de junho de 2018 16:07

    Fazendo uma análise do texto podemos fazer ver a real situação da sociedade brasileira onde é notório a questão social relacionada a má distribuição de renda. Na agropecuária fica bem claro que grande parte da produção brasileira está concentrada entre os grandes latifundiários que é uma pequena parte da sociedade, enquanto a grande parte dos produtores produzem apenas o suficiente para sua subsistência.

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  22. Este comentário foi removido pelo autor.

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  23. Quanto mais observo o atual cenário brasileiro mais me pergunto se seria possível que algo ocorra mudanças significativas para uma diminuiçao nessas desigualdades, nessa mania de a maioria viver, sobreviver, se arrastar com tão pouco e uma minoria viver com tanto assim. Nao sou hipócrita, compartilhar ou abandonar, o que me foi herdado ou tao muito conquistado através de tanto suor é algo difícil, mas o exagero de algumas fortunas é absurda, junto a isso, corrupçao, egoísmo e interesses individuais, fazem com que o homem se torne um ser "economicus" e desdenha em todos os outros um sentimento em cadeia, onde a malandragem e oportunismo individual, "o crescer em cima do outro", seja superior ao seus valores éticos e pessoais.

    ARIELSON BISPO DOS SANTOS -3 ° Período Administração - UNEAL

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  24. O sistema limita a vida dos mais necessitados, onde os mesmos perdem a esperança de vencer e atingir seus sonhos. Aliás, cá pra nós, será que realmente sonham ? eu falo do pobre mesmo, que passa fome, mora em um barraco, ou nem tem onde morar na maioria dos casos. Qual a perspectiva de vida deles perante a ganância do ser humano mais favorecido, que só pensa em si e em arrecadar cada vez mais fortuna. O pobre é duramente esquecido, desfavorecido pelo governo, e o pior de tudo é que se sente culpado por isso, porque não tem estudos, oportunidades e etc..
    Vivemos em um país desigual, com diversos problemas econômicos, escândalos fiscais, segurança, saneamento básico, e acima de tudo educação. Somos um país frágil em educação, entender que '' o que é bom é pra si e o que sobra é do outro '' é lamentável. BRASIL E SEU SISTEMA IGNORANTE.

    Bruno dos Santos Leite - 3º Período de Administração UNEAL.

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  25. De acordo com a Constituição Federal todos os indivíduos da sociedade brasileira tem o direito à prosperidade da vida particular, no entanto quando nem mesmo os direitos fundamentais dos cidadãos são garantidos, não tem como haver tal prosperidade... A riqueza fica concentrada nas mãos de pouquíssimas, enquanto outras não tem o mínimo para sobreviver.
    Beatriz Barbosa de Oliveira - 3° período de administração de empresas- UNEAL.

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  26. O texto nos faz refletir sobre a drástica situação do país em que vivemos, no qual, é notória a concentração de renda nas mãos de tão poucos. Concentração de renda aliada à ganância de muitos, tem resultado nessa triste situaçã, onde enquanto uma pequena parcela da população tem muito, uma grande parte, e põe grande nisso, infelizmente, sobrevive com tão pouco.
    Mmomento oportuno para citar um trecho da música do Racionais que fala: " Eu vejo um rico que teme perder a fortuna, enquanto um pobre viciado, na favela se afunda".

    ANDREZ DOMINGOS DOS SANTOS 3¤ PERÍODO ADM UNEAL

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  27. Assumir riscos x estabilidade financeira. Essa é uma batalha que resulta muitas vezes em uma movimentação na piramide econômica onde se encontram todas as classes. O empreendedorismo é uma ferramente para aqueles que buscam uma forma de sair da base dessa piramide e muitas vezes como meio de sobrevivência.

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  28. Assumir riscos x estabilidade financeira. Essa é uma batalha que resulta muitas vezes em uma movimentação na piramide econômica onde se encontram todas as classes. O empreendedorismo é uma ferramente para aqueles que buscam uma forma de sair da base dessa piramide e muitas vezes como meio de sobrevivência.

    Renato Barbosa - 3° Período

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  29. A alta concentração do pode monetário é uma triste realidade no brasil, poucos tem muitos e muitos tem pouco. Texto mostra a uma pirâmide social onde grande parte da maioria dos brasileiros se encontram, tanto do campo quanto da cidade. No campo a situação e mais exposta. Diversos problemas sociais e politicos tornam situação quase que inversivel.
    José Luiz Santos Júnior - 3° Período

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  30. O princípio de desfrutar daquilo que foi produzido, é quase inexistente na sociedade atual. O dinheiro que é produzido, não é passado de forma justa e igualitária, fazendo com que haja uma grande concentração de renda nas mãos de poucos. O estado deveria propiciar uma maior igualdade sobre o processo de distribuição de renda, porém, o que acontece é a concentração de renda nas mãos de quem faz parte desse processo, visto que, os mesmos são os donos de grandes latifúndios e parceiros das grandes indústrias agropecuárias.
    O aumento da disparidade social fica cada vez mais notório, onde aqueles que mais dependem da renda, são os que menos recebem auxílios e benefícios. Entretanto, há uma pequena parcela da sociedade que está condicionada as melhores condições sociais possíveis.

    LUCAS SANTOS DE FARIAS - 3° PERÍODO ADMINISTRAÇÃO - UNEAL

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  31. Nossa Constituição Federal é umas das melhores do mundo e uma das mais completas. Só que tudo isso está claro que é só teoria pois, como vimos no texto é notório a real situação do nosso país. O pobre cada vez mais ficando pobre, o rico cada vez mais ficando rico e o nosso governo nada faz. Um governo egoísta, egocêntrico, onde quem mais têm que valorizar, que são os pobres (pelos seus trabalhos, porque o rico só está continuando rico pelo grande esforço do probre), não valorizam. O grande problema é que muitos governantes são donos/parceiros de indústrias ou algo do tipo, sendo assim, qual seu interesse do aumento de salário ou de dar uma melhor educação (que nada mais é sua obrigação) para essas pessoas se é tudo que eles queriam? Pessoas sem saber da sua importância, com medo de perder o pouco que ganha (muitos sustendo uma família grande). Com essas pessoas sem educação, vão continuar iludida pelo pouco que eles fazem, ou seja, elas iludidas (que é a maioria) segnifica mais tempo no poder.

    JOÃO PAULO OLIVEIRA NASCIMENTO - 3° PERÍODO ADMINISTRAÇÃO - UNEAL

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  32. Douglas Domingos Barbosa30 de junho de 2018 11:33

    A má distribuição de riqueza entre a população é notória, a desigualdade social intensifica-se de maneira exorbitante. Enquanto uns possuem muito, outros não possuem quase nada, infelizmente essa é a realidade na qual vivemos. O pensamento individualista do ser humano de satisfazer os próprios interesses, contribui para a permanência da dissemelhança entre as pessoas, impedindo a distribuição igualitária do bem-estar. Outro elemento que contribui para o agravamento desse desequilíbrio, é a escassez de gestão na máquina pública, na qual a bastante tempo é massacrada pela péssima administração dos recursos sociais.

    Douglas Domingos 7º Período

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  33. A situação da má distribuição de renda, como vimos, vem desde séculos passados: a riqueza centrada e pertencente a poucas pessoas. Mas vendo com outros olhos, o que a gente ver atualmente, que as pessoas estão querendo mudar esse conceito, através dos estudos, querendo empreender, pois visam melhoria de vida e crescimento pessoal e financeiro. Porém tem a questão politica, onde vemos a má distribuição da renda e também vários cargos com altíssimos salários e benefícios que se diferenciam bastante da maioria da população, onde quem ganha menos paga mais impostos. A mudança está em nossas mãos, em querer mais, em participar mais e nos questionando a existência dessa desigualdade social.

    Vanessa Siqueira Reis - 7° período UNEAL

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  34. Noto que o Princípio de Pareto, por sinal bem explicado e apresentado num cenário de grande desigualdade social que infelizmente vivenciamos, se mostra presente nos dias atuais. Um dos pontos que chama a atenção é a má distribuição de rendas, principalmentem em nosso estado, Alagoas, por parte do governo, que de forma triste cada vez mais desfavorece a minoria, afetando o bem-estar da população, e principalmente a classe de agricultores que fazem seu trabalho com o mínimo de recursos.

    Jonathan Henrique da C. Silva
    Administração de Empresas - 7° Período

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  35. É muito interessante o tema abordado para nossa sociedade , pois relata justamente dos enlaces que cercam a mesma, de uma desigualdade de bens, oportunidades, de situação económica e social de de extrema desigualdade. Onde uma minoritária faixa de pessoas, maioritariamente empresários , possuidores de riquezas e impérios, usufruem de inúmeras possibilidades existentes, enquanto um inquiparevel número de cidadãos, trabalhadores, que se dedicam boa parte de sua vida, possuem abaixo da situação na qual deveria estar desfrutando, ou seja, de mínima condições sociais para sobreviver: saúde, lazer, alimentação, educação, etc. O interessante que podemos avistar, é a comparação de décadas de pesquisa que ainda podemos notar em tal estudo atual, onde mesmo mudando de cenário, a situação continua a mesma. Degradante para com a sociedade, que poderia sim ter uma evolução positiva com politicas voltadas para o bem estar de um todo, e não somente atiradas a incentivos fiscais por exemplo como dados mostrados em pesquisa referente ao agronegocio industrial em larga vantagem se comparada ao modo familiar. Muito bem posicionado o texto e reflexivo para com nossa situação atual.


    Sidney da Silva Praxedes
    7° período, Administração, UNEAL.

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  36. Mais um problema comum em nosso país. Poucas pessoas têm concentrados muitas riquezas e o restante da população com poucos recursos. Essa desigualdade está presente na nossa população a muito tempo. E acredito que esse fato está ligado a má distribuição feita pelos governantes deste país. É lamentável vê o Brasil nesta situação. Temos o poder (voto) de mudar essa situação, escolhendo pessoas honestas pra dirigir nosso país e assim mudar essa situação. Somos formadores de opinião e temos poder de influenciar positivamente pessoas.


    Wellington Targino Vilela Barbosa
    7 período de administração.

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  37. O principio Ótimo de Pareto ficou mundialmente conhecido por retratar a concentração e divisão das riquezas e bens da população mundial. Com isso reforça a desigualdade social e econômica existente no mundo, e que agrava mais ainda nos países mais pobres e pouco desenvolvido fruto de má gestão e politicas ineficientes por parte do governo, onde apenas os ricos são beneficiados, em detrimento os pobres ficam cada vez mais pobres.

    Manassés Kenendy - 7º período - ADMINISTRAÇÃO.

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  38. A desigualdade social em nosso país dividiu a sociedade partes muito desiguais, assim privando uma grande parte dela de usufruir de seus direitos. A maioria dos trabalhadores luta diariamente por uma qualidade de vida melhor mas muitas vezes não conseguem, por não ter seus esforços reconhecidos como deveria. Ainda no tempo de hoje se tem uma má distribuição de renda, pessoas passando necessidades, fome, moradia precária, sem direito a uma boa segurança, educação e saúde. No mundo de hoje, pertencer à parte mais pobre da sociedade, é sinal de desvantagem e as possibilidades de sair dessa situação são muito mais limitadas. Cabe ao povo eleger um governo e governantes voltados ao bem geral da população e que saibam de tudo o que acontece à sua volta.


    Larissa B. Farias
    7° Período de Administração.

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  39. A tributação cada vez maior sobre o consumo só aumenta ainda mais a desigualdade social. Hoje temos uma das maiores cargas tributárias do Mundo e com uma das menos taxas de retorno para a população. A mídia manipula nossos olhos para que percebamos apenas o desvio governamental, essa que serve de marionete para as grandes cabeças do mercado especulativo, que sugam nosso dinheiro. Rentistas filhos da puta que só ganham cada vez mais com o aumento da dívida, que só aumenta e tem a maior taxa de juros. Só em 2016 foram pagos 407 BILHÕES de juros referente a divida. Até hoje a lava a jato recuperou 11,9 BILHÕES referente a corrupção na petrobrás. O banco itau em 2017 foi perdoado em 25 BILHÕES de impostos e no mesmo ano declararam o maior lucro. Te pergunto, aonde está a verdadeira fonte da corrupção? Daqueles 407 BILHÕES arrecadados em juros, parcela vai para o financiamento de campanhas e compra de parlamentares para que a perpetuação no poder possa acontecer e a desigualdade só aumente. E a classe média pagando cada vez mais sobre o consumo, como vemos o caos aqui em alagoas, onde possui as maiores aliquotas de impostos estaduais. Ou ANTT dobrando o valor da tabela do frete, enquanto os caminhoneiros cobram pela diminuição do valor do diesel. O governo por sua parte determina a diminuição no período de 60 dias no Pis (PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL) e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Socia) que somam 9,25% e em tese tem que ser aplicado diretamente em beneficio social. onde poderiam tirar do icms, que em alagoas soma os 29% sob o diesel e o imposto que mais onera, esse valor serve para o estado para diversas funções, inclusive PROPAGANDA e pagamento de funcionário fantasma. isso mostra a preocupação do governo em direcionar fundo a população mais carente e procurar diminuir a desigualdade social. Tudo isso que sitei a cima reflete também no meio de produção, onde está mais centrada no campo, famílias carentes que tem ainda menos acesso a oportunidade de desenvolvimento e acesso a tecnologia.

    Rafael Vieira - 7º periodo - Adm

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  40. A questão da má distribuição de renda e de riquezas influi diretamente na capacidade de manipulação política de uma população, o que nos leva a refletir sobre a quantidade de pessoas que vendem o voto, então o que podemos esperar de nossos representantes?

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  41. Os aspectos mais simples para constatarmos que os homens são diferentes são: físicos ou sociais. Constatamos isso em nossa sociedade pois nela existem indivíduos que vivem em absoluta miséria e outros que vivem em mansões rodeados de coisas luxuosas e com mesa muito farta todos os dias enquanto outros não sequer o que comer durante o dia. As desigualdades se originam dessa relação contraditória, refletem na apropriação e dominação, dando origem a um sistema social, neste sistema uma classes produz e a outra domina tudo.E os custos que a maioria da população tem de pagar são muito altos. Com isso a concentração da renda tornou-se extremamente perceptível, bastando apenas conversar com as pessoas nas ruas para nota-la.

    Joyce Evans - 7º período de administração

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  42. A desigualdade na distribuição das riquezas do país, como mostra Pareto, tende a intensificar-se, partindo do ponto de que quanto mais riqueza é concentrada em um individuo ou familia há a tendencia de que mais essa riqueza seja retrabalhada e como conseguência haja o aumento da desigualdade e o distanciamento entre os que tem mais e os que menos possuem. É fato que o Estado tem o dever e regular e normatizar as relações sociais de uma polulação e com isso garantir uma melhor distribuição de renda para os que residem no país, com olhar mais benevolente aos que possuem menores condições, em observância ao fato retro citado, contudo o estado é um reflexo dos que compõe o governo e esse é majoriatariamente composto pelas classes que detêm e concentram as riquezas do país (o "1%" mais rico) que não tem por objetivo igualar ou deixar menos discrepante a diferenças de renda e distribuir as riquesas entre todas as classes e pessoas menos favorecidas no país.

    José Murilo da Silva
    3° período de Administração.

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    1. Onde Lê-se "Conseguência", leia-se Consequência.

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  43. Como sempre o problema está na pessoas, e o que elas acham que defendem, fazem o oposto do que em suas cabeças acreditam ser o certo, mas quando algo é favorável a ela, não se importa se irá prejudicar os demais. Não basta culpa um governo, uma gestão, ou seja lá o que for, será mesmo que você cidadão, que acredita ser ético, no lugar da pessoa dona nas indústrias abriria mão de uma parte da sua rentabilidade e lucratividade, aumentaria seus preços, consequentemente pertendclientes devido o preço elevado, para que o ciclo de pessoas responsáveis até o seu produto final tivesse um "bem estar"?
    Daryane Ferreira 3°p

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  44. A má distribuição de renda tem sido uma das maiores mazelas da nossa sociedade. Não pensamos no nós, não há espaço para pluralidade e partilha. Fomos criados para sermos ambiciosos, para pensarmos apenas no EU. A desigualdade não passa de uma das consequências do nosso sistema louco e doentio. A ideia nos mostra justamente o retrato desta ambição, do acumulo, da concentração sem nexo. Analisemos os números, enquanto menos de 1% da nossa população concentra a maior parte das riquezas do Brasil, uma maioria de trabalhadores não tem condições de ter sequer um plano de saúde e viver com dignidade e respeito. Uma hora a bomba explode e quais serão as vítimas?

    Carlos Vinicius R. Bezerra
    3º Período de Administração. UNEAL - Campus I

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  45. Graças ao capitalismo, a liderança do mundo se da por parte dos mais inteligentes, os que são capazes de persuadir uma grande parcela da população para que executem em função de sua melhoria e prosperidade (menor parcela), partindo do campo de visão do administrador,tratando apenas como empresa, isso é perfeito para o progresso, aumentando seu poder e influência gera um domínio sobre à grande massa.
    Marcos Veríssimo 3º período de administração.

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  46. O òtimo de Pareto existe em uma dada situação onde um dos agentes,nesse caso,uma classe da sociedade fica melhor,ou seja,aumenta o seu bem-estar.Essa situação é o que vivemos infelizmente em nosso país,e em muitos outros,onde cada vez mais uma pequena parcela da sociedade detém grande parte da riqueza,enquanto a maioria da população não possui muitas vezes nem o necessário para sobreviver.Isso de deve claramente a má distribuição de recursos e falta de planejamento por parte do governo.Há uma discussão sobre alocação de recursos e prioridades,discussão essa totalmente desnecessária,pois a melhor e mais eficiente forma de avanço e melhoria de uma sociedade é a educação,sem ela não chegaremos a lugar algum.
    Jussara Ataúde da Silva
    3° Período de Administração de Empresas
    UNEAL
    Campus I

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  47. Em um país onde o foco nunca foi a educação, é de se esperar uma certa discrepância de uma minoria que detêm maior concentração de riquezas e uma maioria que "mendiga" o salário que mal dá para suprir suas necessidades básicas. Não é interesse do governo investir em conhecimento para a massa, que em maioria são aqueles que estão à margem da linha de pobreza. Porque uma vez dada esse poder da informação acarretaria na independência dos mesmos em relação a tal governo. Resumindo, pessoas carentes de conhecimento, e procurando suprir suas necessidades consideradas básicas, se submetem a serem "escravos" daqueles que detêm as riquezas, que em sua maioria são os próprios políticos.


    Anarielle Maia dos Santos
    Terceiro período de ADM-Uneal

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  48. Priscila Mirelle Santos Marinho6 de julho de 2018 09:33

    O texto ótimo de Pareto, fala sobre a realidade de um país onde a desigualdade social é bastante perceptível, classes sociais irregulares, quem produz recebe quase nada, enquanto o governo ganha muito mais com seus impostos, a ineficiente distribuição de bens, serviços e benefícios resultantes da cooperação social e econômica faz com que pessoas com pouco conhecimento não usufruam de seus direitos. Quem faz parte das classes mais baixas, não possuem bem estar e autorrealização, pois vivem em situação financeira precária, enquanto quem está no poder possui salários absurdamente altos e se beneficiam de "direitos" por eles empoderados. É preciso que a sociedade busque conhecimento e lute pelos seus direitos, denuncie irregularidades governamentais, para que futuramente tenhamos uma situação melhor.

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  49. E de extrema importância e e fundamentalmente neste contexto que ganha pertinência o conceito de ótimo ou eficiência de Pareto, assim denominado pelo facto de ter sido apresentado pela primeira vez por Vilfredo Pareto, cuja notoriedade em termos económicos deriva precisamente deste conceito e da lei relativa à distribuição do rendimento segundo a qual existe uma relação linear entre cada nível de rendimento e o número de pessoas que recebe mais do que esse rendimento.

    Jose Adailson ; 7° Período de ADMINISTRAÇÃO

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  50. Quem detém as riquezas sempre foi o grande ponto a ser estudado por todos, haja vista que em inúmeras situações a má distribuição delas é que geram as maiores mazelas da atualidade, em muitos casos essa má distribuição não leva em conta muitas vezes os princípio da impessoalidade já que se no caso citado no artigo, do juiz, se ele mesmo legisla a favor de sua própria conveniência, e isso é tido e visto sem muita dificuldade, como ele se portará com aqueles do qual ele não consegue visualizar (socialmente falando) ai está o tal disparate, Pareto ainda é super moderno em suas colocações, uma vez que o bem estar, fator tão discutido atualmente se encontra nas mãos de tão poucas pessoas, como pode ? Daí tem enterrado o principio da democracia, igualdade, e da impessoalidade. Dessa forma me atrevo a responder a questão levantada no artigo, para quem? Para quem Legisla!

    Cledison Santos
    7º Período de Administração

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    1. Retificando, onde se lê os princípio, leia-se o princípio.

      Cledison

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  51. Este comentário foi removido pelo autor.

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  52. Um país que não atende as necessidades básicas de grande parte da sua população, não irá prosperar de forma equitativa.
    As desigualdades sociais existem em todo o mundo. Há lugares que estão entre os mais desiguais do mundo, como é o caso dos países africanos. Já nos países escandinavos, essa desigualdade é pouco evidente devido à implantação do Estado de Bem-Estar Social apos a Segunda Guerra Mundial.
    No caso do Brasil mesmo mostrando nos últimos anos uma diminuição da pobreza o nível de desigualdade social brasileira ainda é notório. Seja pelo passado escravocrata, ou pela falta de investimento na infra-estrutura, o Brasil até agora apresenta níveis grandes entre os mais ricos e os mais pobres.
    Diante dessa realidade se faz necessário que a Administração Publica precisa cuidar do seu povo,criar políticas ,que promova melhores pensamentos no coletivo,como realmente deve ser para o desenvolvimento nacional.

    Thainã Guimarães de Almeida Ramos - 7º Período de Administração - UNEAL

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  53. A desigualdade social no país ainda é gigantesca, e infelizmente não caminhamos rumo a essa mudança.
    Eulania Silva
    7° Periodo -Administração de empresas

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  54. A má gestão brasileira fica clara da pior maneira possível,na desigualdade na distribuição de renda. Isso afeta o país inteiro, impedindo que a população avance no cenário econômico. As altas taxas tributárias também é uma barreira que impede que o pequeno empreendedor consiga crescer e assim ajudar o país a se desenvolver.
    Adiel Faustino. 7° período. Adm uneal.

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  55. "Uns com tanto e outros sem nada..." Tal frase, norteia o senso social de nosso País, que infelizmente nada faz para reverter esse abismo económico-social, pelo contrário, faz questão de aumentar de modo quilométrico esse abismo, ao invés de políticas e leis válidas para inclusão social, fazem projetos "tapa-buraco", para tapear o povo e inflamam ainda as disparidades económicas, chegando as vezes, ao ponto de propagar miséria em sua população.
    LEVINO NETO - 7º PERÍODO UNEAL

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  56. O Princípio de Pareto, se mostra cada vez mais presente nos dias atuais. A desigualdade social fica mais notória cada dia mais. A má distribuição de renda e uma gestão pública ineficiente, ocasiona uma péssima administração com consequências árduas para os menos favorecidos. Muitos recursos nas mãos de poucos, e poucos recursos nas mãos de muitos que lutam dia a dia pela sua própria sobrevivência diante de tanta escassez. Mais igualdade, bem estar e inclusão social para todos. Ieda MELO 3° período ADM

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  57. "Muito nas mãos de poucos e pouco nas mãos de muitos".
    Essa é a realidade do nosso país.Existe uma péssima distribuição de renda,quem sofre com isso tudo são os "pobres",aqueles mais necessitados,necessitados de tudo,de remédio,comida,moradia,dinheiro,enfim...
    Vivemos em uma sociedade desigual,cheia de problemas,com políticos corruptos.
    Que possamos participar mais,saber mais,para que nosso voto mude esse país.

    Fernanda Beatriz
    7 período/adm

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  58. Analisando os fatores destacados no texto, podemos ampliar a noção do nível de desigualdade e deslealdade que afeta a maior parte dos Brasileiros, a começar pelos gestores que nem se quer se preocupam ao minimo com a população em cumprir os seus deveres conforme a constituição, daí se inicia o ciclo de "quem tem mais pode mais" gerando uma onda cada vez maior de desigualdade, gerada inicialmente por uma educação pública de má qualidade do início ao fim , que forma em grande parte pessoas com ráciocinio curto ou limitado, o investimento e estudo em formas de resolver o problema da desigualdade seria uma otima alternativa na minha opinião para resolver a longo prazo grande parte dos problemas no país enfrentados no dia de hoje!
    Vagner Costa - 3° Período de ADM Uneal

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  59. Gustavo Henrique - 3º periodo de ADM9 de julho de 2018 18:58

    Conforme citado no texto, as desigualdades no desfrute do direito natural e da mais valia remonta os primórdios da organização humana enquanto sociedade, na ótica apontada por pareto no século XIX. Essa disparidade transmitida ao longo dos séculos se estende e se enxerga nos dias de hoje.
    Entretanto, o fato novo é que nos dias de hoje, existem alguns programas governamentais que vão de encontro com essas demandas, como Bolsa Família, Bolsa Verde, Fomento – Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, Aquisição de merenda provinda da agricultura familiar no que tange a lei 11.947/2009, entre outros. A questão, no entanto, é: se esses programas existem, e são bem planejados e delineados, por que motivo os problemas de desigualdade e subsistência que eles combatem, não diminuem?
    A situação é uma só: Estes e diversos outros planos e programas do governo, a exemplo do SUS, são muito bem estruturados e construídos no papel e tão somente no Papel. O problema real está na execução. As verbas existem, são destinadas e enviadas, mas ao chegar no micro município/estado no interior do interior, por vezes não encontra uma Gestão Municipal ou de pasta organizada, preparada, instrumentalizada ou apenas eticamente disposta a executar o que o programa e a verba se propõem.
    Então, encara-se outro problema: A alienação funcional e cidadã das pessoas, que elegem pessoas que não podem ser chamadas de Gestores e que não fiscalizadas a ponto de fazer valer o cargo para qual foram eleitas.

    Gustavo Henrique Dantas da Silva
    Graduando em Administração, 3º período – Uneal.

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  60. O Brasil possui um dos maiores níveis de desigualdade de renda e riqueza do mundo. Esta situação é produto de uma herança de injustiça social que vem excluindo parte significativa da população brasileira do acesso a condições mínimas de dignidade e cidadania. Dentro desse contexto, combater a desigualdade se impõe por razões óbvias de ordem moral, mas, além disso, esse combate representa o caminho estratégico para a erradicação definitiva da pobreza em um país como o Brasil. A tradição de política econômica brasileira, no entanto, reforça de forma recorrente a via única do crescimento econômico sem gerar resultados satisfatórios no que diz respeito a redução da desigualdade e da pobreza. É evidente que o crescimento econômico deve ser perseguido de forma incessante, mas não deve ser perseguido como fim em si mesmo. A redistribuição de renda no Brasil surge como elemento central para erradicar problemas como a pobreza e, criar as bases sólidas para o crescimento sustentado. Dessa maneira, torna-se importante verificar se o aumento da desigualdade no País é um elemento que pode dificultar a conquista de maiores taxas de crescimento. Sabe-se que a relação entre a desigualdade de renda e o processo de crescimento econômico é uma das mais antigas preocupações da investigação econômica.


    Diego Alexandre
    7° Período Administração

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  61. Daniel Fernandes Azevedo10 de julho de 2018 16:10

    O estudo de Pareto, retrada a vida de muitas pessoas dentro do sistema em vigência, visto a concentração não só dos rendimentos, como também do poder de produzir, da capacidade de gerar mais produtos e, consequentemente, gerar mais rendimentos, fazendo uso dos que não possuem as condições necessárias para gerar mais renda e concentrar o que possui, visto o pequeno montante de posses de que é detentor, isso se replica as condições que foram expostas no texto ao fazer analise do quanto o agricultor familiar consegue adquirir de excedente monetário em sua produção, fato que apenas intensifica o debate e instiga ainda mais que este problema seja revisto pelos governantes, contudo estes, como pertencentes ao topo da pirâmide não têm interesse em resolver, ao menos não efetivamente, essas mazelas sociais que afetam a população mais carente.


    Daniel Fernandes Azevedo
    3° Período, Administração de Empresas - UNEAL

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  62. Dário Antônio da Silva - 3°periodo ADM Noturno13 de julho de 2018 16:53

    Um dos primeiros problemas da economia foi buscar um critério que conseguisse mostras uma alocação eficiente dos recursos disponíveis. O conceito de otimo de Pareto (80/20), significa que a utilização desses recursos pela sociedade de forma eficiente, pode melhorar a situação dos indivíduos sem piorar a situação de outros. Dario Antônio da Silva - 3° período de ADM noturno Uneal.

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