Marcos
Antonio Dantas de Oliveira[1]
Então, "segue-se que nenhuma das instituições numerosas e demasiadamente admiradas que, nas repúblicas antigas, obstruíam a liberdade individual seja admissível nos tempos modernos.", observa Henri-Benjamin Constant.
Como consequência, continua difícil o indivíduo realizar suas preferências temporais, individuais e coletivas. Ora, devido ao uso pelo agente estatal do processo compulsório e coercitivo do Estado em benefício próprio; logo, atua ausente de suas funções básicas: proteger à vida, à liberdade e à propriedade, salvaguardadas pelo estado de Direito.
Um Brasil que além de arrecadar muito imposto (em novembro, R$ 3,603 trilhões), o distribui mal e está muito endividado (Dívida Pública Federal, em outubro, R$ 8,253 trilhões); assim continua prestar serviços de má qualidade, ineficientes e caros, de educação, de saúde, de saneamento básico (+50% da população não o tem), de segurança pública e jurídica, que afetam severamente às preferências temporais, ora hoje, ora amanhã, de homens e mulheres, crianças e adultos, principalmente, dos beneficiários da Lei 11.326/2006. Essas pessoas estão entre os 50% da base da distribuição de renda na pirâmide social (Conceito Estatístico do Décimo).
E tem mais, o Brasil é a sexta economia mais endividada da América Latina, mostra FMI | CNN - https://www.youtube.com/watch?v=M5d0hC1KSuE
Por conseguinte, essa ação estatal contínua, por
anos a fio, aumenta a desigualdade econômica e social entre os indivíduos. É uma
precária condição econômica, que é agravada pela baixa produtividade de todos
os fatores, pela dificuldade para preservar e usar os recursos naturais, bem
como de repor os bens de capital e quaisquer outras inovações. Porquanto, não acumulam a renda do capital e
sequer acumularam a renda do trabalho, empobrecem, configurando
um caso de insucesso, em suas vidas.
Pensar e agir são necessidades naturais dos indivíduos, independentes de sua pouca riqueza e renda privadas; de suas lógicas familiares ineficazes; de suas más relações de compadrio e de políticas públicas com pouco financiamento para o investimento, o custeio entre outros e, são de pequena monta por indivíduo, só tem degradados: biótopos, biótipos e biomas.
Por certo,
a política de desenvolvimento sustentável requer que o indivíduo exercite sua
liberdade para acessar e usar os recursos naturais e os bens e serviços funcionais, convenientes e confiáveis a
preços correntes no livre mercado, em sua unidade:
geográfica, econômica e social e, ora, por propor, acompanhar e avaliar o PPA,
a LDO e a LOA, federal, distrital, estadual e municipal, principalmente no seu
município sobre arrecadar e distribuir impostos, visando à prosperidade e o bem
viver.
Esse
processo, necessita de estratégias que
garanta que as diretrizes e a execução de programas, ações e projetos, alicerçados
no Estado de Direito – que “significa que todas as ações do governo são
regidas por normas previamente estabelecidas e divulgadas – as quais tornam
possível prever com razoável grau de certeza de que modo a autoridade usará
seus poderes coercitivos em dadas circunstâncias, permitindo a cada um planejar
suas atividades individuais com base nesse conhecimento”, diz Hayek.
Sobretudo, o
indivíduo que, baseado em seu juízo de valor, em uma ordem espontânea e em
pleno Estado de Direito alavancam o Desenvolvimento Sustentável, ao criar uma ideia de negócio para ofertar
bens e serviços funcionais, convenientes e confiáveis, no livre mercado em um governo transparente e
limitado em suas ações sobre lei, ciência, progresso, cultura. Satisfaz suas
preferências temporais, individual e coletiva, para bem vivenciar seus
valores: razão, propósito, autoestima e ética.
Com
efeito, “não importa quão sejam primitivas as suas ações, ele precisa
projetá-las no futuro e pesar as consequências; o que requer um processo
conceitual”. “A escolha do homem não é se ele precisa de uma visão abrangente
da vida, mas apenas se sua visão é verdadeira ou falsa. Se ela for falsa, isso
o leva a agir como seu próprio destruidor”, enfatiza Rand.
Nalgum
momento, o indivíduo ético tem liberdade de decisão e voluntariamente em
observância de uma regra, assegura suas
preferências temporais, individual e coletiva,
ora poupa, ora consome, baseada em seus juízos de valor. É vital que estas
preferências se realizem no livre mercado e com um governo transparente e
limitado em suas ações sobre lei, ciência, progresso, cultura e bem viver.
Primeiramente, “foi pelo fato de a vida, a liberdade e a propriedade existirem antes que os
homens foram levados a fazer as leis” – eis o homem, como bem diz, Bastiat.
A contínua insatisfação do homem decorre do desequilíbrio entre suas liberdades individuais e a atuação excessiva e ineficiente do Estado. No Brasil, a alta carga tributária, o mau uso dos recursos públicos e o forte endividamento comprometem serviços essenciais e ampliam a desigualdade, afetando principalmente os mais pobres. A falta de produtividade, de preservação dos recursos naturais e de oportunidades para acumular renda agrava esse cenário. Exiindo respeito ao Estado, transparência e limites claros ao poder estatal.
ResponderExcluirComo leitor, entendi que o senhor mostra como aquelas instituições gigantes e muito admiradas das antigas repúblicas não funcionam bem no mundo de hoje, porque acabam tirando liberdade das pessoas. E, olhando para o Brasil, o senhor aponta que o Estado arrecada muito, gasta mal, está superendividado e ainda entrega serviços ruins — o que prejudica principalmente quem está na base da renda e tenta melhorar de vida.
ResponderExcluirTambém percebo sua ideia de que essa atuação estatal, repetida ano após ano, aumenta a desigualdade, trava a produtividade e impede que as pessoas acumulem renda ou capital. Na sua visão, para mudar esse cenário, o caminho é dar mais liberdade para o indivíduo acessar recursos, empreender, participar das decisões públicas e viver sob um Estado de Direito que realmente funcione, com regras claras e governo limitado.
Pelas referências que o senhor usa — Hayek, Rand, Bastiat — fica clara a mensagem: quando o governo respeita seus limites e o indivíduo tem espaço para pensar, agir e assumir suas escolhas, aí sim pode existir desenvolvimento, prosperidade e uma vida melhor para todos.
Vanessa Cavalcante de souza
ExcluirPrimeiro período administração uneal
Essa publicação é muito necessária, pois evidencia a grande ineficiência do Estado diante das necessidades do cidadão. A alta arrecadação de impostos, somada às dívidas públicas crescentes, mostra como a gestão dos nossos recursos é precária.
A má qualidade dos serviços públicos, o saneamento básico insuficiente e a falta de acesso adequado à saúde e à educação direitos garantidos por lei revelam um descaso contínuo.
Enquanto cumprimos nossas obrigações como cidadãos, o Estado frequentemente falha em cumprir as suas.
Nesse contexto de desigualdade e falta de retorno, surge um questionamento essencial: como cidadãos, somos realmente livres?
O texto analisa, sob a perspectiva administrativa, como a atuação coercitiva, ineficiente e fiscalmente desequilibrada do Estado brasileiro compromete a liberdade individual, a execução das preferências temporais e a capacidade de planejamento dos cidadãos. Apesar da elevada arrecadação e do forte endividamento público, os serviços essenciais permanecem ineficientes, afetando especialmente os grupos de menor renda e ampliando desigualdades. Esse cenário reduz produtividade, dificulta a acumulação de capital e limita o desenvolvimento socioeconômico.
ResponderExcluirMinha percepção do texto é que, no Brasil, o Estado cresce demais, ele cobra impostos demais e entrega de menos. A gente vive num país extremamente endividado, que infelizmente não consegue garantir nem os serviços básicos decentes e acaba prejudicando principalmente aqueles que estão na base da renda. Essa máquina estatal desordenada só aumenta a desigualdade e trava qualquer chance real de progresso.
ResponderExcluirO texto critica o Estado brasileiro por arrecadar muito dinheiro e, ainda assim, oferecer serviços públicos ineficientes, o que aumenta a desigualdade e prejudica a qualidade de vida, especialmente dos mais pobres. Essa má gestão limita a liberdade individual e impede que as pessoas realizem seus projetos e preferências ao longo do tempo.
ResponderExcluirDefende-se que o desenvolvimento sustentável só é possível quando o governo é limitado, transparente e respeita o Estado de Direito, protegendo vida, liberdade e propriedade. Assim, os indivíduos podem agir livremente, empreender e prosperar com base em seus próprios valores, contribuindo para o progresso econômico e social do país.
O texto critica o Estado brasileiro por arrecadar muito dinheiro e, ainda assim, oferecer serviços públicos ineficientes, o que aumenta a desigualdade e prejudica a qualidade de vida, especialmente dos mais pobres. Essa má gestão limita a liberdade individual e impede que as pessoas realizem seus projetos e preferências ao longo do tempo.
ExcluirDefende-se que o desenvolvimento sustentável só é possível quando o governo é limitado, transparente e respeita o Estado de Direito, protegendo vida, liberdade e propriedade. Assim, os indivíduos podem agir livremente, empreender e prosperar com base em seus próprios valores, contribuindo para o progresso econômico e social do país.
Rayanne Fausto da Silva
ResponderExcluirAdministração 1º Período
O texto critica a ação estatal coercitiva que beneficia poucos, em vez de proteger os direitos fundamentais, afetando principalmente os mais vulneráveis. Resultando em serviços públicos de má qualidade (educação, saúde, saneamento, segurança). Fazendo com que aumente a desigualdade no país.
Na minha visão, o texto mostra que muita gente vive insatisfeita porque o Estado não entrega serviços bons, mesmo cobrando muito. Isso trava quem quer crescer, trabalhar e melhorar de vida. Para mim, o recado é que o desenvolvimento só acontece quando as pessoas têm liberdade para empreender, criar e escolher o que é melhor para si. Então, cada pessoa precisa agir, cooperar e produzir — porque é assim que as coisas realmente mudam.
ResponderExcluirO texto aborda a insatisfação crescente das pessoas diante de um Estado que arrecada muito, mas entrega serviços públicos de baixa qualidade. Essa má gestão, somada ao alto endividamento do país, amplia desigualdades e dificulta que indivíduos realizem seus planos e melhorem suas condições de vida. A baixa produtividade, o uso ineficiente dos recursos naturais e a dificuldade de acumular renda agravam esse cenário. Apesar disso, o texto destaca que pensar e agir são necessidades humanas essenciais. Para que o desenvolvimento sustentável aconteça, é preciso liberdade, transparência e um Estado de Direito que ofereça regras claras. Somente assim indivíduos podem empreender, inovar e viver de acordo com seus valores.
ResponderExcluir1ºP Adm
ResponderExcluirO texto argumenta que a atuação coercitiva e ineficiente do Estado impede que indivíduos realizem suas escolhas e afeta negativamente sua liberdade, renda e prosperidade. No Brasil, mesmo com alta arrecadação e grande endividamento, os serviços públicos permanecem precários, ampliando desigualdades e dificultando produtividade, preservação de recursos e acúmulo de capital. Defende-se que o desenvolvimento sustentável depende da liberdade individual para acessar recursos, empreender e participar do planejamento público, dentro de um Estado de Direito que garanta previsibilidade. Conclui afirmando que vida, liberdade e propriedade são anteriores às leis e fundamentam sua criação.
Ao analisar estatísticas e noticiários vemos o quanto nosso pais vem enfrentado com desajustes a economia brasileira, com várias opções de matéria prima natural, pessoas dispostas ao trabalho , um vasto campo e oportunidades, avanços e desenvolvimento de empresas em nosso território. tributos aumentando com demasia vem se tornando uma problemática do empresário ao homem assalariado , mal aplicação destes tributos nos mostra o quanto a desigualdade estrutural.
ResponderExcluirNeste cenário , o administrador envolto em empresas de grande a pequeno porte , nos setores públicos ou privado, gerindo também pessoas, tem por necessidade driblar estas problemáticas, criar estratégias para que o desenvolvimento e produtividade das empresas não reduzam mas que acompanhe as demandas e necessidades tanto do mercado quanto bem-estar do homem.
Carlos Henrique - 1º período ADM UNEAL
ResponderExcluirPelo o que entendi, o texto mostra que o Estado brasileiro, por agir de forma ineficiente e gastar mal, acaba prejudicando a qualidade de vida das pessoas. A má distribuição de recursos, a dívida alta e os serviços públicos ruins aumentam a desigualdade e dificultam que muitos indivíduos realizem seus planos de vida. Isso também afeta a produtividade e impede o crescimento sustentável. Para avançar, é preciso um ambiente onde as leis funcionem, o mercado seja livre e o governo seja mais transparente. Assim, cada pessoa pode planejar melhor seu futuro, usar seus recursos com liberdade e contribuir para o desenvolvimento do país.
1° período, Adm
ResponderExcluirAo analisar o cenário atual brasileiro, é notório como a má gerência dos recursos públicos impacta a vida da população, principalmente aquelas que estão na base da sociedade, que acabam sofrendo as consequências de um sistema desigual e ineficiente. Considerando os altos impostos cobrados e a alta dívida pública, a realidade da população se torna cada vez mais difícil de ser superada, pois os direitos básicos são frequentemente ignorados, resultando na falta de saneamento básico, precariedade na área da saúde e na educação.
Bárbara Vitória
ExcluirA ineficiência dos serviços prestados pelo poder público vem de uma administração incompetente, o olhar não é direcionado para a resolução da problemática pela raiz, visto que o básico não é garantido para o indivíduo. O texto cita que a política de desenvolvimento sustentável requer ações com o objetivo de garantir o bem-estar do indivíduo, mas a realidade não se aproxima do que é reivindicado pela política. A sociedade em sua maioria vive em constante busca por sobrevivência, o que causa uma falsa sensação de liberdade. Se as estratégias comuns de atuação não são suficientes para reverter esse cenário, é necessário medidas radicais. Nesse momento, uma atuação estratégica é essencial para desconstruir o ciclo de incompetências governamentais que obstruem a liberdade individual.
ResponderExcluirEu entendi, de acordo com o artigo, que o administrador hoje precisa entender a realidade das pessoas e ajudar a melhorar o que está ao redor. Ele organiza, planeja e busca jeitos mais eficientes de fazer as coisas funcionarem, mesmo com tantos problemas no país. Também acompanha como o dinheiro público é usado e tenta propor caminhos mais justos e responsáveis. No fim, seu papel é facilitar a vida das pessoas, ajudar na construção de oportunidades e contribuir para um desenvolvimento mais equilibrado e humano.
ResponderExcluirFrente a um Estado burocrático, ineficaz e alheio às reais necessidades da população, como é abordado no texto ao mencionar a elevada carga tributária, serviços insatisfatórios e desigualdade crescente, o cidadão se vê restringido em sua capacidade de optar, criar e prosperar. Nesse cenário, o administrador contemporâneo desempenha o papel crucial de estabelecer ordem em meio à instabilidade. Sua função é assegurar previsibilidade, organizar recursos limitados, fomentar a cooperação voluntária e converter habilidades individuais em resultados conjuntos. Ao harmonizar liberdade, ética e eficiência, ele possibilita aquilo que o setor público frequentemente não consegue proporcionar: estruturas produtivas, decisões responsáveis e um desenvolvimento sustentável fundamentado no valor real para as pessoas. Ele é quem torna viável, na prática, o ambiente onde os indivíduos podem exercer suas escolhas e construir sua prosperidade.
ResponderExcluirComo foi exposto, o modelo atual no brasil se mostra ineficiente em vista do que o estado arrecada e como gerir os recursos que deviam gerenciar e garantir a sociedade. Principalmente os mais carentes que mais necessitam desses recursos por não ter renda suficiente para conseguir prover esses recursos a si mesmo. Desta maneira, percebemos que a ideia de um estado mais limitado pode ser uma alternativa em mundo mais sustentável, tendo em vista que como em muitos países certas áreas tem instituição do 3 setor financiadas pelo Estado que podem executar o seu trabalho de uma forma mais eficiente, garantindo os direitos de seus cidadãos.
ResponderExcluir
ResponderExcluirNa minha visão, essa discussão é extremamente relevante, pois evidencia a profunda ineficiência do Estado em atender às necessidades da população. A alta carga tributária, somada ao aumento constante da dívida pública, deixa claro o quão frágil é a gestão dos recursos que deveriam retornar à sociedade.
A precariedade dos serviços públicos, o saneamento básico limitado e as dificuldades de acesso à saúde e à educação — direitos garantidos por lei — demonstram um descaso persistente.
Enquanto cumprimos nossas responsabilidades como cidadãos, o Estado repetidamente deixa de cumprir as suas.
Diante desse cenário de desigualdade e falta de retorno, surge uma pergunta indispensável: como cidadãos, podemos realmente nos considerar livres?
O texto afirma que o Estado brasileiro, ao arrecadar muito e oferecer serviços ruins, limita a liberdade individual e prejudica especialmente os mais pobres. Essa atuação aumenta desigualdades, reduz a produtividade e impede a acumulação de capital. Para haver desenvolvimento sustentável, é necessário garantir liberdade para empreender, usar recursos e planejar o futuro. Autores como Constant, Hayek, Rand e Bastiat defendem que vida, liberdade e propriedade devem orientar um governo limitado e transparente.
ResponderExcluirYolli Fatima da Silva
ResponderExcluir1° Período - Administração
O papel do administrador hoje é projetar suas decisões para o futuro, assim como o indivíduo do texto que precisa pesar consequências antes de agir. Ele deve evitar “visões falsas” que possam levar a erros estratégicos e prejuízos, atuando com clareza conceitual. Tal como quem decide entre poupar ou consumir, o administrador precisa equilibrar recursos, prioridades e resultados. Deve agir de forma ética e voluntária, alinhado a regras que promovam transparência. Em um cenário que exige liberdade responsável, cabe-lhe criar ambientes organizacionais semelhantes ao livre mercado citado no blog, favorecendo escolhas racionais e produtivas. Também deve limitar interferências internas excessivas, lembrando o alerta sobre governos que ultrapassam seu papel. Assim, protege valores essenciais — vida, liberdade e propriedade — aplicados ao contexto corporativo. Em síntese, torna-se guardião da boa governança e do progresso sustentável.
José Gustavo Alves da Costa
ResponderExcluir1° Semestre de Administração Uneal
Professor, em minha visão, atualmente, vejo que a função de um administrador se concentra em liderar, tomando decisões ponderadas e morais, sempre em consonância com a lei e as escolhas de todos. É crucial que ele harmonize eficiência, cuidado com o planeta e qualidade de vida, aplicando conhecimento, novidades e uma administração eficaz para converter recursos em algo valioso para a comunidade. Além disso, é essencial que o administrador perceba como as ações do governo, a economia e as organizações afetam o dia a dia, especialmente dos mais necessitados. Dessa forma, seu trabalho une autonomia, dever e progresso contínuo, para que tanto pessoas quanto empresas evoluam de maneira íntegra e atenta.
Noemy Afonso de Oliveira
ResponderExcluir1º Período de Administração
A partir da análise do texto é possível observar o quanto o Estado suprime a liberdade individual ao desviar-se de suas funções básicas. Com alta carga tributária, dívida crescente e serviços públicos ineficientes, ele impede que os cidadãos realizem suas escolhas com maior liberdade, aprofundando a desigualdade. Neste contexto, a fim de alcançar a solução proposta de um Estado de Direito limitado e previsível, o administrador possui um papel de destaque, tanto no setor público quanto no privado. Na esfera pública deverá assegurar a eficiência, a transparência e o estrito cumprimento das leis. No setor privado, deve executar a liberdade econômica, inovando e criando valor para a sociedade.
Aluna: Alice Moreira Melgaço dos Santos
ResponderExcluirCurso: Administração - 1° Período
Em sua visão, Benjamin Constant defende que as instituições antigas que cerceavam a liberdade individual não são admissíveis, isto é, o indivíduo contemporâneo continua a enfrentar dificuldades em realizar suas necessidades, sejam elas temporais, individuais e coletivas.
Olhando a sociedade presente, o fato tende a perdurar, isso ocorre devido a falta de uma administração, do controle e de um planejamento escasso. Nesse sentido, a espinha dorsal da sociedade - o governo e seus agentes, responsáveis em fornecer serviços públicos - utilizam o processo compulsório e coercitivo em benefício próprio, negligenciando as funções básicas de proteção à vida da coletividade, sobretudo dos mais vulneráveis.
Nome: Lucas José
ResponderExcluir1°P ADM
O Brasil apresenta um conjunto de problemáticas que atrapalham seu desenvolvimento social e econômico. O Estado arrecada muitos impostos, porém oferece serviços públicos ineficientes e de baixa qualidade. A desigualdade econômica se aprofunda pela falta de oportunidades, e também porque o Estado tende a favorecer grupos específicos, mantendo grande parte da população em condições precárias. A baixa produtividade, somada com a burocracia excessiva, dificulta a inovação e a iniciativa privada. Assim, o indivíduo acaba enfrentando obstáculos constantes para alcançar melhores condições de vida, enquanto o Estado falha em cumprir suas funções essenciais.
Ao ler esse artigo, podemos refletir sobre o papel do estado em nossa sociedade Brasileira. Um estado que é ineficiente no gerenciamento dos nossos impostos (que são altíssimos), um estado que falha em nos garantir direitos básicos e que parece estar mais preocupado em dificultar nossas vidas com ações que atrapalham o desenvolvimento da atividade econômica no país. Isso é evidenciado por um país pouco produtivo, onde o estado afoga o mercado em um mar de burocracias, muitas das vezes desnecessárias.
ResponderExcluirElaine Alves de Araujo
ResponderExcluir1 período ADM - UNEAL
Ao analisar o texto acima, percebo que a falta de administração infelizmente é precária, o Brasil cobra uma alta carga tributária, mas a dívida pública continua a aumentar devido ao desequilíbrio entre receitas e despesas, e essa conta não fecha, e quem sofre com essa situação é a população. Pessoas de baixa renda e a classe média pagam proporcionalmente mais impostos do que os super ricos, pois os impostos sobre itens essenciais, como alimentação, contas de consumo, dentre outras despesas pesam mais no orçamento de quem ganha menos. Então, nós como futuros administradores Precisamos nos atentar a isso, prestar mais atenção, fiscalizar e analisarmos com sabedoria quem vamos colocar no poder nas próximas eleições.
O texto argumenta que o Estado brasileiro, apesar de arrecadar muito, presta serviços ineficientes, aumenta a dívida pública e interfere de forma excessiva na liberdade e no desenvolvimento dos indivíduos. Essa atuação estatal reduz oportunidades, amplia desigualdades e dificulta a capacidade das pessoas de realizarem suas escolhas econômicas e sociais no livre mercado. Defende-se a importância do Estado de Direito, da liberdade individual, do uso responsável dos recursos e da participação cidadã na fiscalização das políticas públicas.
ResponderExcluirNo contexto atual, o administrador desempenha papel essencial ao promover gestão eficiente, ética e inovadora, ajudando organizações e comunidades a prosperarem mesmo diante de cenários econômicos desafiadores. Ele atua buscando produtividade, sustentabilidade, transparência e uso racional de recursos, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social.