domingo, 11 de outubro de 2026

Parabéns ao Engenheiro Agrônomo!

 Marcos Antonio Dantas de Oliveira[1]

Com efeito, é sabido que o Engenheiro agrônomo dialoga para exercitar sua individualidade e liberdade, assim potencializa seu protagonismo e lhe assegura a tomada de decisão para uma vida confortável a si e aos outros, ao usufruírem de suas preferências temporais individuais e coletivas, poupar ou consumir, hoje ou amanhã; e, ao abrirem mão voluntariamente de algumas delas, em favor de uma regra, sempre aperfeiçoada, alavancará o desfrute dos bens e serviços funcionais, convenientes e confiáveis. Aliás, os homens ao interagir em redes de cooperações e trocas pacíficas potencializam os recursos, processos e valores, impele-os à prosperidade e bem viver – vida, liberdade e propriedade.

Que só se realiza com sucesso em um ambiente onde os indivíduos e suas criações, as instituições inclusivas, quando política assegura-lhe o Estado de Direito, quando econômica estimula que a pessoa poupe, invista, inove e consuma; e, multiplicam-se pela atuação de líderes – líder usa a autoridade para o "controle ou influência sobre o comportamento de outros para a promoção de metas coletivas, com base em alguma forma verificável de consentimento destes outros em razão de estarem informados desta situação" (BERNARDES) age para o êxito do progresso e bem-estar.

É vital o êxito das pessoas e das empresas na bacia hidrográfica de qualquer negócio sustentável, inclusive do agronegócio – preservação e uso dos recursos naturais e ciência, propriedade privada e bens de capital, produção e consumo, inovação e livre mercado, lucro e tributo, o bem viver. O bem viver como fato consumado necessita que o indivíduo e suas criações promovam a ética e o Estado de Direito, tendo a lei como uma “organização coletiva do direito individual em legítima defesa” (BASTIAT). Além disso, as instituições inclusivas políticas e econômicas obedecem às regras do jogo.

Hábeis, o Engenheiro agrônomo e o agricultor, empreendedores, que impulsionados pela interação do computador-internet-dispositivos móveis de banda larga, importam-se com o debate acerca do trabalho infantil, da intervenção do Estado, sociedade e stakeholders e do seu desconforto material e imaterial. Ora avaliam e corrigem os benefícios e malefícios da globalização e tecnologia, da transição demográfica e migração, da poupança e capital; da troca desigual econômica e ecológica; da vantagem comparativa e/ou competitiva; e do custo de oportunidade, planejarem, executam e corrigem as estratégicas de maximização dos recursos, processos e valores no desempenho do sistema agroalimentar pela suficiência de ciência e inovação, de poupança e consumo; facilitam o planejamento de curto a longo prazo, a visão de futuro, a missão e os valores da ideia do negócio e da proposta de valor; e pela gestão eficiente incrementam a produtividade de todos os fatores e alta qualidade e valor dos bens e serviços; e pela eficácia oferta-os rastreados e a preços concorrentes aos consumidores.

Logo, o indivíduo que baseado no seu juízo de valor, age como líder em uma ordem espontânea e, no exercício do estado de Direito, cria uma ideia de negócio — uma organização social em cooperação proposital com outros — escolhe satisfeito, suas preferências temporais, individuais e coletivas. Utilizam o talento, a habilidade e a competência para decidir como preservar e utilizar, com eficiência, os fatores de produção e tributos; transforma-os em bens e serviços funcionais, convenientes e confiáveis e, com eficácia, oferece-os no livre mercado, pautado no conceito de valor do consumidor, para bem vivenciar seus valores; impulsionam o Desenvolvimento Sustentável. 

É primário contratar o Engenheiro Agrônomo para quaisquer atividades da montante à jusante do agronegócio, em que os empreendedores desejem realizar contínuos processos de aprendizagem, desaprendizagem e reaprendizagem para solucionar o trade-off: abrir ou não abrir mão da produtividade de todos os fatores para prosperarem e usufruírem do bem viver.

O Engenheiro Agrônomo que age baseado na razão, propósito, autoestima e ética, um comportamento e conduta em obediência ao não obrigatório, valoriza seu julgamento de valor; é uma referência na sociedade – PARABÉNS!!!  




[1] Mestre em Desenvolvimento Sustentável, professor da UNEAL, Jornalista, articulista do jornal, Tribuna Independente, dirigente sindical e do blog: sabecomquemestafalando.blogspot.com

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